
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Liga recusa inscrição de Rogério Matias

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20:23
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Académica perde com o Tourizense
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20:19
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Mancha Negra com mega coreografia
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22:38
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Académica 1 - 3 Benfica

Este jogo demorou mais do que o costume a começar e tudo porque Nuno Assis, que Camacho tinha escalado para a direita, se lesionou num choque com Pavlovic. Quando tudo se resolveu, o Benfica aparecia desenhado de forma diferente, com dois avançados em vez de apenas um, Cardozo ao lado de Nuno Gomes. E Rui Costa sobre a direita, com Binya e Katsouranis no meio.
Do outro lado, a Académica trazia cinco novidades em relação à última derrota, a maior das quais Ricardo, herói do Varzim que afastou o Benfica da Taça na última época, no lugar do histórico Pedro Roma. E três avançados muito móveis, apoiados por NDoye.
O resultado foi um jogo equilibrado e a dificuldade do Benfica em pegar na bola à frente de Luisão e David Luiz, de volta após prolongada lesão. Por estranho que parecesse, os «encarnados», obrigados a ganhar para manter a pressão sobre o F.C. Porto, cometiam muitas faltas em frente à área. Numa dessas, NDoye rematou, recebeu de volta da barreira e um ressalto colocou a bola à disposição de Lito, logo o melhor marcador da Académica. Golo.
Surpresa? Sim, porque ninguém fizera muito por marcar. Mas premiava a boa atitude da equipa de Domingos, mais ousada do que é costume. O Benfica demorou a responder e o passar do tempo acentuava o equívoco de Camacho. No meio, Binya e Katsouranis eram de menos para organizar, manter Rui Costa na ala era um crime.
Sem meio e sem direita, a solução chegou de Di María, que minutos antes tinha rematado à barra. Desta vez explorou a fragilidade de Nuno Piloto, correndo do flanco para o meio. Falta. Livre. Rui Costa. Golo. A desvantagem demorou nove minutos.
Ao intervalo estava assim: 1-1 e curiosidade em perceber se Camacho ia manter as coisas.
Um calcanhar caído do céu
Manteve. E o Benfica passou muito tempo sem rematar. Até que o treinador espanhol decidiu colocar Petit e, substituição mais importante, trocar Nuno Gomes por Adu. Finalmente a equipa voltava a ter um extremo sobre a direita e um meio-campo organizado.
Os «encarnados» melhoraram logo um bocadinho, mas a Académica foi tentando incomodar. E conseguiu fazê-lo. O Benfica colocava inteligência na organização do jogo, mas sem criar oportunidades. Estranhava-se que não fizesse mais, mas a verdade é que a dez minutos do final só restava aos adeptos a fé de voltar a aparecer um golo perto do fim, como no passado. E assim foi.
Num lançamento de Binya, Ricardo, a aposta de Domingos Paciência, falhou o cruzamento e Luisão, só com Kaká, finalizou de calcanhar. O guarda-redes ainda chegou à bola antes da linha de golo, mas com tamanha infelicidade que só conseguiu empurrá-la mais

Com três minutos para jogar, a Académica entregou-se e o Benfica voltou a marcar, desta vez por Adu, também com algumas culpas para o guarda-redes que na época passada ajudou a afastar os "encarnados" da Taça, com a camisola do Varzim. Injusto? Não existe tal coisa no futebol. Enganador? Sim, o resultado não reflecte o equilíbrio, apenas premeia a tardia vontade de ganhar do Benfica.
Suficiente para Camacho encostar a sua equipa ao F.C. Porto, somar a quina vitória, fugir do Sporting e preparar com tranquilidade o clássico de sábado. Muita coisa boa para quem jogou pouco. A Académica explicou que não vale a pena ter medo dos grandes. Para a próxima será mais feliz. A mágica Briosa não merecia o desfecho final do encontro...
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22:08
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sábado, 24 de novembro de 2007
Surpresa na Académica: Ricardo titular na baliza
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17:38
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sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Académica - Benfica: convocados
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21:00
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Taça de Portugal: Académica contra Benfica na Luz
Benfica-Académica
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00:22
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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Rogério Matias treina- se na Briosa
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21:21
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terça-feira, 20 de novembro de 2007
Olegário Benquerença no Sábado
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23:24
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Sarmento de fora do Benfica
Além de Sarmento, também Tiero e o referido Orlando não participaram nos trabalhos, mas estes apenas por medida de precaução e gestão de esforço.
A vaga em aberto no eixo da defesa será, tudo o indica, ocupada pelo austríaco Berger, já que este foi utilizado de início no encontro com o Lousanense, o que poderá ser entendido como indicador de que levará vantagem sobre Litos.
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23:09
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sábado, 17 de novembro de 2007
CNAD faz visita surpresa ao treino da Briosa
A nota de maior destaque do primeiro apronto da semana foi para o regresso de Ivanildo, depois de quase um mês de afastamento devido a uma lesão muscular. Gyano e Miguel Pedro não participaram no treino devido a traumatismos sofridos no último jogo, em Setúbal, assim como NDoye e Hélder Barbosa, ao serviço da selecção do Senegal e dos sub-21 de Portugal, respectivamente.
Para este sábado, a Briosa agendou um jogo com o Lousanense, da III Divisão, às 10h30, no Estádio Cidade de Coimbra, que servirá de ensaio para a recepção ao Benfica, agendada para dia 24 deste mês.
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21:05
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Relatório e contas O6/07 e orçamento para época 07/08 aprovados em assembleia
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20:56
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segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Agenda da semana
12 a 18 de Novembro de 2007
Segunda-feira: FOLGA
Terça-feira: 16:00 - Treino no Bolão
Quarta-feira: 10:00 - Treino no Bolão
Quinta-feira: 10:00 - Treino no Estádio
Sexta-feira: 10:00 - Treino no Bolão
Sábado: 11:00 - Treino no Estádio
Domingo: FOLGA
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23:07
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Gyano foi para o hospital com suspeita de fractura
O avançado foi de imediato encaminhado para o hospital de Setúbal onde reaizou um raio X para apurar a gravidade da lesão.
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22:37
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A Académica tentou reagir de imediato e sofreu novo golo no lance seguinte. Ricardo Chaves, mais uma vez, com um passe em profundidade lançou Elias pela direita e o médio, com tranquilidade e sem oposição, cortou caminho para a área e atirou a contar perante a saída de Pedro Roma. Tudo demasiado fácil. O Vitória adaptou-se ao novo cenário, recuando no terreno e trocando a bola no seu meio-campo, protegido pela sombra. Matheus, sobre a esquerda, onde o sol ainda batia com intensidade, bem pediu a bola, mas os seus companheiros preferiram resguardá-la até ao intervalo. A Briosa criou apenas uma oportunidade para reduzir, num desvio de cabeça de Joeano na sequência de um livre de NDoye.
Domingos Paciência não esperou mais e reconstruiu a sua equipa num 4x3x3 claramente mais ofensivo com as entradas de Fofana e Hélder Barbosa para os extremos, com Lito a assumir a zona central. Carlos Carvalhal refrescou o ataque, trocando Leandro por Bruno Gama, mas o Vitória continuou a jogar na gestão do resultado, trocando a bola sem grandes propósitos ofensivos e acabou por pagar por isso. Num passe inofensivo de NDoye, Eduardo saiu ao encontro da bola, Fofana também tentou a ganhá-la, mas sem que nehum deles chegasse a tocar-lhe, a bola seguiu, devagar, devagarinho, a caminho das redes.. Um silêncio profundo percorreu as bancadas do Bonfim, fazendo agora os adeptos da mágica Briosa e em especial a Mancha Negra a festa.
No entanto, foram precisos outros dois minutos para a euforia voltar a imperar entre os adeptos sadinos. Orlando viu um segundo amarelo por falta sobre Matheus e fragilizou a sua equipa e, na sequência do livre, marcado por Pitbull, NDoye levou a mão à bola e ofereceu uma grande penalidade que o próprio Pitbull se encarregou de transformar em golo. O Vitória, em vantagem numérica e no marcador, voltava a jogar com tranquilidade e a mandar no jogo, assegurando a quarta vitória, com mais três golos marcados, que lhe permite igualar o Sporting no quarto lugar com o estatuto de invencível intacto.
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21:59
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sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Orlando renova contrato
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Peralta e Pablo Castro rescindiram
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quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Pablo Castro de saída. Outros o seguirão.
«Encontrámos uma solução e vou regressar ao Uruguai o mais rapidamente possível para poder voltar a jogar. Em princípio, vou para o meu anterior clube, o Bella Vista», desvendou.
A experiência de Pablo Castro em Portugal resumiu-se a três meses, durante os quais o defesa de 22 anos tentou lutar por um lugar, sem sucesso. «Na hora da despedida, quero que as pessoas saibam que não vim para cá por dinheiro, mas por uma oportunidade, para mostrar o meu futebol e dar tudo pela Académica. Lamentavelmente, não se proporcionou e não vou atribuir culpas a terceiros por isso. Também tenho responsabilidades. Se calhar, não rendi aquilo que todos esperávamos», observou.
Em suma, o uruguaio sai sem rancores. «As circunstâncias não eram as melhores. Não tive oportunidades e também não houve tempo para conseguí-las. O treinador mudou e a Académica estava pressionada pelos pontos. Mas, felizmente, ainda sou novo e, se Deus quiser, hei-de ter outras oportunidades. Quiçá na Europa, quiçá na Académica, com mais ritmo e noutro contexto. Saio com uma excelente imagem do clube, da cidade e do futebol português», admitiu o jovem sul-americano.
Resolvido o caso de Pablo Castro, o plantel da Briosa passou a ter 26 jogadores, um número ainda longe dos 23 a 24 no máximo pretendidos por Domingos Paciência e contando já com os reforços de Janeiro.
Sarmento para emprestar
Peralta e Nestor Alvarez serão os próximos visados pelo emagrecimento do efectivo dos estudantes, mas poderá não ser fácil chegar a um entendimento com estes dois. No caso do segundo, nem será a primeira vez que esta situação se coloca. Com contrato até 2009, o colombiano mostrou-se irredutível durante o último defeso quanto a uma rescisão e o seu empréstimo a um clube coreano também ficou sem efeito. Aguardam-se desenvolvimentos nas próximas semanas.
Ainda assim, o plantel continuaria demasiado extenso, pelo que outros jogadores terão de ser dispensados. Sarmento está na calha para ser emprestado e a aposta em Nuno Piloto para a lateral-direita é disso forte indício, até porque caso se confirme o ingresso de Pedrinho (Varzim) em Janeiro, o jovem formado nas escolas da Académica ficará totalmente sem margem de manobra.
Outros nomes poderão ser equacionados para sair e para isso basta atentar naquilo que têm sido as convocatórias de Domingos para perceber que Vítor Vinha ou Vouho são jogadores com fortes probabilidades de serem considerados «excedentários».
A Académica treinou na manhã desta quarta-feira, no Bolão, e voltou a não poder contar com Rui Nereu, adoentado, enquanto Pedro Costa ficou em tratamento devido a uma mazela ligeira sofrida no treino de terça-feira. Ivanildo continua a trabalhar de forma condicionada.
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Nomeação de árbitro
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23:37
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Agenda para a semana
Segunda-feira: FOLGA
Terça-feira: 16:00 - Treino no Estádio
Quarta-feira: 10:00 - Treino no Bolão
Quinta-feira: 10:00 - Treino no Bolão
Sexta-feira: 10:00 - Treino no Estádio
Sábado: 10:00 - Treino no Bolão
Domingo: 16:00 - 10.ª jornada: V. Setúbal X ACADÉMICA
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23:10
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NDoye convocado para a seleção. Equipa na máxima força para o Bonfim.
As partidas, marcadas para Paris, terão lugar a 17 e a 21 deste mês, e o facto de o jogador da Académica, presença habitual na selecção do seu país, continuar a figurar actualmente nas opções é um indicador de que será um dos eleitos para a CAN.
Quer isto dizer que os responsáveis da Briosa - Domingos Paciência já chamou a atenção para isso - terão, provavelmente, de equacionar uma alternativa ao talentoso atleta no mercado de Inverno, já que este poderá ausentar-se de Coimbra por um período superior a um mês.
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ACADÉMICA 3 - 3 E. Amadora
Data: 04/11/2007
Estádio: Cidade de Coimbra
Assistência: 6.201 espectadores
Árbitro: Luís Reforço, de Setúbal. Arbitragem medíocre, prejudicando claramente a Académica.
Auxiliares: Sérgio Lacroix e João Tomatas
4º Árbitro: Pedro Henriques
O Estrela, pese a condição de visitante, começou melhor, com Jeremiah (uma surpresa no onze, em dia de estreia absoluta com a camisola tricolor) a visar os ferros da baliza de Pedro Roma logo aos três minutos, já depois de uma tentativa de chapéu do colega Yoni, apenas anulada graças à rápida intervenção de Orlando.
A Briosa responde quase de imediato e também envia uma bola ao poste, por Joeano, mas é definitivamente o conjunto estrelista que está na mó de cima e volta a acertar na moldura da baliza de Roma, desta feita por Marco Paulo.
É tudo? Nem por isso. Na jogada seguinte, por ironia, é a Académica que inaugura o marcador, por Lito, depois de um passe magistral de Pavlovic, a rasgar a defesa amadorense.
Na posição de vencedores, os estudantes falham a oportunidade de dilatar o marcador (Joeano anda tão perdulário...) e é quando estão assumidamente na melhor fase que o Estrela, num grito de revolta de Maurício, chegou ao empate.
A segunda parte começa praticamente com o «bis» de Lito, letal a aproveitar um livre do recém-entrado Hélder Barbosa. Os estudantes voltam à posição de vencedores, sem nada terem feito para isso, mas graças à inspiração em particular de um jogador que parecia andar escondido.
Mas esta era, definitivamente, a tarde de Lito. A forma como inicia e conclui a jogada do terceiro golo é disso exemplo. Simples, fácil e eficaz.
Em abono da verdade, o 3-1 era um duro castigo para os estrelistas e estes fizeram questão de o mostrar: Anselmo, qual Maradona, pegou na bola, ganhou sucessivos dribles e só parou quando meteu a bola na baliza de Pedro Roma. A jogada pode, todavia, ter ficado ferida por uma ilegalidade, já que, no lance imediatamente anterior, os estudantes pediram canto e parece ter havido um erro do auxiliar Sérgio Lacroix.
Académica joga pelo seguro mas é surpreendida
A perigosa aproximação do Estrela no marcador fez soar o alarme no banco da Briosa. Paulo Sérgio entrou justamente para estancar qualquer ameaça adicional dos amadorenses e escusado será dizer que os instantes finais foram de muitos nervos para os adeptos locais, até porque Luís Reforço, entretanto, complicou a sua exibição com diversas decisões polémicas. A Académica, mais uma vez, não conseguiu ampliar a vantagem e, de uma forma talvez um pouco injusta, mas que castiga a forma como não soube defender, viu o Estrela chegar ao 3-3, num estilo muito em voga esta época para os lados da Luz.
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domingo, 4 de novembro de 2007
Académica - E. Amadora - Lista de convocados
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sexta-feira, 2 de novembro de 2007
BwinLiga - 10ª jornada - programa
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Domingos quer mais vitórias para dar confiança à equipa. Joeano está apto.
«Este jogo é importante, porque temos consciência do lugar que ocupamos e sabemos que uma vitória pode trazer muitas coisas. Não apenas pontos, mas também confiança e tranquilidade a uma equipa que tem vindo a melhorar. Sabemos que as equipas estão todas muito juntas na tabela e somar três pontos permitirá um salto na classificação», considerou o técnico da Briosa, sem traçar um objectivo para esta primeira volta para além de «amealhar o máximo de pontos possível», e reconhecendo que «ainda há muito para fazer e melhorar».
Para conquistar vitórias é preciso marcar golos e isso é algo que a equipa de Coimbra tem sentido dificuldades em fazer. «Nesta Liga tem havido poucos golos e a Académica é uma dessas equipas que marcam pouco. Mas temos tido oportunidades e continuaremos a trabalhar para os marcar. É preocupante porque quem quer ganhar tem de fazer golos, sabendo também que se não os sofremos, ficaremos mais próximos disso», considera Domingos Paciência.
O treinador dos «estudantes» está à espera de um Estrela «organizado, compacto, e disposto a surpreender», postura que lhe tem validos bons resultados fora, «como na Madeira e em Leiria».
Domingos conta ainda com o apoio fiel dos adeptos da Briosa para ultrapassar a equipa de Dauto Faquirá. «Contamos com o apoio de todos. Gostamos de jogar com público e, obviamente, gostava que os simpatizantes da Académica estivessem connosco para que, todos juntos, possamos celebrar mais uma vitória e proporcionar um bom espectáculo.»
Ivanildo é o único jogador afastado do encontro, devido a uma lesão muscular na coxa esquerda, já que NDoye, Pablo Castro e Joeano já se encontram recuperados e disponíveis para defrontar o E. Amadora.
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Jogo dos 120 anos - Todos ao estádio
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