O sócio número 1 da Académica, Dr. Joaquim Isabelinha, comemora, no próximo dia 5, 100 anos. Como forma, de homenagear o sócio mais antigo da Académica, a direcção da Académica anunciou hoje, uma campanha para sócios sob o tema : “O jogo do Sócio”.
Para o jogo Académica x Paços de Ferreira, todos os sócios da Académica terão entrada livre no Estádio, para além disto, ainda vão receber convites.
Campanha “o Jogo do Sócio” :
Sócio com quotas regularizadas pode entrar livremente e levar um acompanhante;
Sócio com bilhete de época tem direito a mais dois convites;
Sócio com lugar cativo pode levar três acompanhantes.
Os convites podem ser levantados a partir de sexta-feira, dia 05, na loja da Académica, no Estádio Cidade de Coimbra.![]()
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
O jogo do sócio
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Última hora
AAC e Tbz rescindem contrato
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Petição em defesa da AAC-OAF
"To: Sócios e simpatizantes da AAC-OAFA profusão de situações duvidosas verificadas nos últimos tempos na Associação Académica de Coimbra - Organismo Autónomo de Futebol não podem deixar os verdadeiros académicos indiferentes. Ver o nome da Académica envolvido nas teias da lei, associado a esquemas financeiros pouco claros, conotado com incumprimentos vários e com notícias negativas constantes na comunicação social, tem sido uma constante nos últimos anos. Adicionalmente, tem sido notória a total inexistência de uma política social, desportiva e universitária coerente e que honre os pergaminhos do clube e da instituição. Face a tudo isto, há que demonstrar a indignação, dar uma voz à vergonha que sentimos e à dor que nos assalta, clarificando perante os órgãos directivos da AAC-OAF o total repúdio por muitas das suas atitudes e pela forma como contribuiram para desvirtuar a verdadeira Académica, aquela que muitos de nós já começam a esquecer e que outros não podem, pura e simplesmente, conhecer. Aqueles que abaixo assinam, manifestam a sua total discordância e repúdio pelo estado a que chegou a AAC-OAF, demarcando-se totalmente dos seus órgãos directivos, exigindo a tomada de medidas que respeitem os seus verdadeiros valores, identidade e singularidade académica.
Sincerely,
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Nuno Piloto entre a espada e a parede
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Fc Porto - Académica, 2-,1
Uma falha de marcação de Fucile permitiu à Académica marcar um golo que pouco justificava e lançar sobre o jogo uma discussão que ele nunca teve. Até ao momento em que o uruguaio se esqueceu de acompanhar Cris, e permitiu ao médio finalizar uma boa iniciativa de Miguel Pedro, a Académica praticamente não fizera cócegas ao adversário. É verdade que a exibição portista não estava a ser das mais inspiradas, mas era pujante e personalizada. Dominava o adversário e o jogo. Já tinha inaugurado o marcador num cabeceamento de Rodriguez e ameaçava com alguma frequência o segundo golo. Sobretudo de cada vez que Hulk pegava na bola e estendia o jogo até à baliza contrária. O brasileiro chegou a ouvir assobios, pela inconsequência que mostrava de vez em quando, mas ninguém o pode acusar de discrição. Às vezes ainda perde a lucidez para perceber o que é importante, mas a capacidade que tem de agitar o jogo é admirável. Cada vez se afirma mais como um craque... em potência. Ainda em crescimento. Ora numa noite em que houve muito pouco Lucho, a acção de Hulk foi fundamental. Como foi a de Rodriguez, que até ficou com lágrimas nos olhos quando inaugurou o marcador. Ele que foi muito castigado durante muito tempo. Nessa altura, no instante do primeiro golo, o Dragão respirou fundo. A partir daquele momento podia tranquilizar. Pensava-se nas bancadas. Com razão. A Académica foi até à meia-hora, seguramente, o adversário mais macio que passou esta época pelo Dragão. Defendia com muita gente, mas depois não saía de trás. Não construía uma jogada de ataque. Até que o tal golo de Cris mudou tudo. A equipa cresceu e em cima do intervalo Garcés ameaçou o segundo. Mas foi só. Apenas quinze minutos de irreverência e atrevimento. O regresso dos balneários repôs as coisas no preciso ponto em que estavam antes do golo de Cris: o F.C. Porto mandão, muito subido no terreno, a jogar no meio-campo adversário e a procurar a baliza adversária. Uma boa jogada de Hulk permitiu a Raul Meireles marcar. O golo deixou o F.C. Porto mais tranquilo e a Académica ainda mais tímida. O jogo parecia estar decidido. Ficou-o definitivamente quando Sougou teve uma entrada assassina sobre Fernando e foi naturalmente expulso. Cartão vermelho. Sem dúvidas. Elmano Santos teve até uma noite bem acertada. Nessa altura a vitória ficou segura. Até ao fim o jogo arrastou-se na mesma toada: o F.C. Porto muito subido no terreno, sobretudo por Raul Meireles e Lucho, a não deixar o adversário jogar e a ameaçar uma ou outra vez o golo. Que podia ter chegado numa grande penalidade que Lucho atirou ao poste. No essencial, portanto, uma vitória sem discussão. No preciso dia em que se completava um mês sobre a última derrota azul e branca. Enfim, histórias do passado: são cinco vitórias consecutivas. Para o próximo jogo, Sábado, com o Paços de Ferreira, o árbitro é Marco Ferreira, da Madeira.
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domingo, 30 de novembro de 2008
Lista de convocados
1 - Rui Nereu
24 – Pedro Roma
29 – Peskovic
4 – Luiz Nunes
6 - Madej
9 – Carlos Aguiar
11 - Lito
10 – Miguel Pedro
15 – Orlando
17 – Cris
18 – Sougou
19 – Pedrinho
21 - Éder
23 – Pavlovic
25 - Edson
28 - Nuno Piloto
30 - Pedro Costa
85 – Diogo Gomes
99 - Garcés
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Viagem ao Porto
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16:59
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