sábado, 11 de outubro de 2008
Comunicado da direcção
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16:35
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Briosa de bacalhau
A Académica conseguiu, quase no final do encontro, impedir que o Nacional somasse a terceira vitória consecutiva fora de portas e pudesse, assim, assumir o comando isolado da Liga, ainda que à condição. Um golo de Nuno Piloto, que já havia estado na origem do tento dos nacionalistas, fixou o empate e deu mais um ponto à Briosa, que continua sem perder em casa há mais de 10 meses. Para Manuel Machado, ficou a satisfação de ter voltado a Coimbra para, mais uma vez, calar os críticos, mantendo a apetência para nunca perder na cidade do Mondego ao comando dos adversários dos estudantes. Os insulares exibiram os preceitos do costume, mostrando uma calma impressionante, como que a tentar adormecer o adversário, para, ao mínimo descuido, lhe desferir o golpe fatal. Aconteceu logo aos 23 minutos, quando Nuno Piloto, ironicamente um dos jogadores em melhor forma na Académica, perdeu a bola para Nené em zona proibida e lhe estendeu um autêntico tapete vermelho para o golo. Era tudo o que o Nacional podia pedir, talvez tenha apenas chegado um pouco mais cedo. Com a lição bem estudada, os insulares cerram fileiras, acantonaram-se no seu meio-campo e reduziram os espaços. Nas poucas excepções, os jogadores da Académica estiveram piores do que desinspirados: desastrados, displicentes, desconcentrados. Foi como se não estivessem em campo. Melhor prova disso foi o desentendimento entre Pedrinho, Berger e Tiero, uns segundos antes da perda fatal de Piloto, e, pouco depois, a atrapalhação de Peskovic que deixou passar por baixo do pé uma bola atrasada por um companheiro e só não concedeu um frango do tamanho da Torre da Universidade porque conseguiu recuperar mesmo a tempo! Intervalo fez bem à Briosa O intervalo foi, pois, bom companheiro para os estudantes, que voltaram mais afoitos dos balneários e com dois novos jogadores: Pavlovic e Garcés, que entraram para os lugares de Diogo Gomes e Sougou. Com Piloto mais adiantado e cheio de vontade de se redimir pelo erro, a baliza do Nacional passou a estar mais vezes sob mira dos donos da casa. A pressão da Briosa era, contudo, insuficiente para criar verdadeiro perigo - com excepção para alguns remate de meia-distância - e foi nesta altura que veio ao de cima a capacidade para quebrar jogo dos nacionalistas. Com muitas perdas de tempo mas também com uma postura táctica inquebrantável, os comandados de Manuel Machado irritavam o público e mantinham as camisolas pretas longe da baliza de Bracalli. Pelo meio, ainda houve alguma polémica, devido a um fora-de-jogo assinalado a Garcés, que, mesmo assim, se isolou e atirou para o fundo da baliza já depois de o árbitro ter apitado. Ainda assim, a partida assumiu sentido único, o das redes insulares, durante o último quarto-de-hora, de longe o melhor momento da contenda. Nuno Piloto obteve a redenção ao fazer o empate e, logo a seguir, Tiero acertou no poste. O capitão da Académica ainda teve nos pés a oportunidade de virar o resultado por completo, mas faltou-lhe a força no último remate.
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03:34
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sábado, 4 de outubro de 2008
Pedro Roma de regresso
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20:19
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Informação da MN aos sócios sobre o Bilhete de Época
Depois da nova proposta avançada pela direcção da AAC-OAF, foi fechado o protocolo para que os sócios da Mancha Negra tenham acesso ao seu bilhete de época. Assim, os sócios que já tiverem pago a sua quotização da MN para esta época, podem dirigir-se directamente ao ECCpara levantar o respectivo bilhete sem quaisquer encargos. Quem ainda não tiver renovado a inscrição, terá que o fazer na sede, pagando para tal 10 eur à MN e outros 10 eur à Académica pelo bilhete de época. Para novas inscrições, a quotização da MN é de 15 eur e o custo do bilhete de época é igualmente de 10 eur.
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domingo, 28 de setembro de 2008
Marítimo - Académica, 2-0
Num Estádio dos Barreiros com 3500 pessoas, sendo cerca de 15 elementos da Mancha Negra, Briosa perdeu esta tarde na Ilha da Madeira. O Marítimo venceu pela primeira vez na Liga, às custas da nossa Académica. Os insulares triunfaram por 2-0, com os golos a serem apontados por Marcinho (42 minutos) e Djalma (90). Os estudantes acabaram a partida reduzido a dez unidades, depois de Luiz Nunes ter visto o cartão vermelho aos 79 minutos. O Marítimo passa a somar quatro pontos, enquanto a Briosa mantém os seis que tinha à partida para esta quarta jornada. Força Brioosa!!
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Briosa vence o Vitória 10 anos depois
A Académica comemorou dez meses sem perder em casa com o triunfo mais saboroso da época até agora ou não tivessem passado quase 10 anos (desde 4 Janeiro de 1999) sobre a última vez que os estudantes conseguiram tirar os três pontos aos sadinos, em Coimbra, em jogos a contar para o Campeonato.
É caso para dizer que a frescura de três semanas sem competição dos estudantes fez toda a diferença perante uma equipa que jogou há três dias, para a Taça UEFA. Destaque ainda para as intervenções determinantes de Peskovic - numa altura em que Pedro Roma nem foi convocado -, para segurar o zero a zero na fase em que os setubalenses ainda conseguiam correr e para a entrada de Diogo Gomes, que sofreu a grande penalidade na origem da vitória, a segunda consecutiva da Briosa-
Passada a jornada uefeira, a Liga regressou e com ela os velhos hábitos: mau futebol, jogos a horas impróprias, e, como São Pedro não perdoa, também a chuva já vai contribuindo para tornar os relvados mais pesados e impróprios para os artistas da bola. De tudo isto teve um pouco o Académica-V. Setúbal que encerrou o domingo futebolístico.
O estado do terreno terá levado Domingos Paciência a apresentar um onze mais musculado, com Pavlovic de regresso e Sougou, por ser um levezinho, a ficar no banco. A equipa poderá ter-se ressentido das mexidas ou então, por estratégia, entregou o domínio do jogo ao adversário. Que, diga-se, também se mostrou pouco interessado em assumir as despesas, numa clara gestão pelo esforço dispendido na última quinta-feira, diante do Heerenveen.
Os donos da casa acabaram, por isso, por pegar (finalmente) nas rédeas do jogo mas faltava-lhes mais velocidade e imprevisibilidade no último terço do terreno. O pouco perigo criado surgiu a partir de remate de meia-distância e bola paradas. Às quais Bruno Vale foi chegando, sem esforço. O jogo vitoriano, pautado por um Leandro Lima claramente em baixa - o relvado também não ajudava - passava quase exclusivamente pela esquerda, onde Cissokho, mas sobretudo Laionel iam causando calafrios à defesa da casa.
Diogo Gomes destabilizou
Na segunda metade, Domingos Paciência viu-se forçado a prescindir de Garcés, devido a lesão, e lançou Sougou numa tentativa de, graças à velocidade do senegalês, desgastar ao máximo a defesa sadina que, inevitavelmente, acabaria por dar sinais de cansaço. Em teoria, o raciocínio estava certo. Na prática, não foi bem assim.
Acabou por ser Diogo Gomes quem revolucionou a partida. O esquerdino, em estreia absoluta pela Briosa, destabilizou o plano setubalense para sair de Coimbra com um ponto e foi ele que sofreu a grande penalidade que Cléber converteu, colocando os estudantes na frente do marcador.
Depois do golo da Académica, o V. Setúbal acabou. Se ainda houve frescura na primeira parte e nos instantes iniciais da segunda, na recta final o esforço veio ao de cima e o pouco atrevimento de Dauto Faquirá (fez apenas substituições posicionais) não permitiu à equipa esticar-se como seria necessário para sonhar com o empate.
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Rafa
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03:25
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