terça-feira, 16 de setembro de 2008
Edson tem pequena lesão
O jogo particular do último sábado, frente ao Sp. Pombal, deixou marcas em Edson, que não treinou com os companheiros devido a um toque. A medida visou apenas poupar o lateral, já que a mazela não inspira cuidados de maior.
Gonçalo continua a recuperar de uma microrrotura e, salvo algum imprevisto, o técnico dos estudantes deverá ter praticamente todo o plantel à disposição para o fim-de-semana.
Para o jogo com o Vitória, queremos todos ter uma boa moldura humana. Fácil é falar. Ter boas assistências, também depende de si...
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Convocatória para AG
Clique para ampliarO Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Académica/OAF, Prof. Dr. Paulo Mota Pinto, marcou uma Assembleia Geral de Associados para o próximo dia 26 de Setembro, pelas 20:00 horas, no auditório do Estádio Cidade de Coimbra.
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18:19
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Markus Berger e Pedro Costa de regresso
Pedro Roma, ainda em fase de tratamento, cumpriu uma ligeira sessão de corrida, sendo previsível que a sua reintegração ocorra daqui a uma semana.
Ausente esteve o central Gonçalo, que se lesionou ao serviço do Tourizense (clube satélite da Académica) e ficará fora dos trabalhos da equipa durante um período nunca inferior a duas semanas.
Domingos Paciência parece apostado em utilizar estas duas semanas sem competição para dotar a equipa de melhores processos ofensivos, privilegiando a posse e circulação de bola.
O plantel mostrou-se bastante empenhado, principalmente na altura em que o técnico dividiu os jogadores por três equipas, que competiram entre si. No final, a equipa “verde” foi a vencedora, na qual se destacava o recente reforço Garcés.
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segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Académica - Rio Ave, 1-0
A Académica voltou a festejar um triunfo em casa mais de seis meses depois da última vitória, diante do Marítimo, a 3 de Fevereiro. Daí para cá, os estudantes conseguiram seis empates em outros tantos jogos no Cidade de Coimbra. Foi a tarde perfeita. Não só quebraram o enguiço, como o conseguiram graças a um golo do tão desejado Garcés, que esteve semanas para poder jogar pela Académica e conseguiu-o com uma estreia de luxo: um belo golo, candidato ao melhor da jornada.
Domingos começou por surpreender na constituição da equipa. Manteve o esquema táctico (4x1x3x2) como assegurara durante a semana, mas apostou mais cedo do que o esperado em Garcés por troca - e ai residiu o inesperado - com o pendular Pavlovic. A equipa perdeu rigor no meio-campo, mas ganhou bastante em termos ofensivos. A tendência de Lito para subir no terreno alargou não raras vezes a frente de ataque a três elementos, até mesmo a quarto, já que Cléber, do outro lado, também tinha instruções para avançar.
O maior pendor atacante dos donos da casa traduziu-se no golo do panamiano, por sinal num grande gesto técnico do avançado conhecido por El Pistolero. São momentos como este - um tiro de primeira, da meia-lua, mesmo ao ângulo superior direito da baliza de Paiva - que levam as pessoas aos estádios, num domingo de sol ¿ em Agosto. O golo parece ter espevitado a equipa de Domingos Paciência que, perante a ténue resposta vila-condense, procurou chegar ao segundo sem sucesso.
O Rio Ave tentou chegar ao empate, mas o único perigo que conseguiu criar surgiu, essencialmente, de erros cometidos pela defesa estudantil e, em abono da verdade, Peskovic nem teve de fazer muito para manter a sua baliza inviolável.
Não seria de esperar outra coisa na segunda parte senão a insistência dos forasteiros na procura da igualdade. E assim foi. João Eusébio correu riscos, ao retirar André Vilas Boas para apostar em Chidi, e os vila-condenses ficaram, efectivamente, mais perto do golo. Aliás, o avançado nigeriano ainda a estas horas deve estar a perguntar-se como pôde falhar na cara de Peskovic.
A Académica, essa, alternava a paciência na defesa com uns fogachos de contra-ataque e até podia ter acabado com a partida, pouco depois do tal falhanço de Chidi, mas Tiero, talvez deslumbrado pela posição privilegiada, cabeceou directamente para as mãos de Paiva, quando tinha tudo para marcar.
Os nervos ficaram à flor da pele quando Peskovic, num erro infantil, resolveu segurar uma bola atrasada por Orlando. Gerou-se confusão da grande, com vários amarelos a voar até que o livre indirecto fosse marcado, e o eslovaco acabou por redimir-se, ao afastar o perigo com uma defesa a punho.
Estava lançado o mote para uns últimos dez minutos de grande ansiedade para a nossa Briosa, que fez tudo para defender a vantagem e quebrar o ritmo do Rio Ave. Pelo meio, um grande susto, num livre de Delson... Ufa, já cá canta!
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Mancha Negra e Briosa tentam acordo
Quem se deslocou ao estádio José Gomes, na Reboleira, foi surpreendido pela tarja exibida pela Mancha Negra. Ao contrário do habitual nestes 23 anos de existência, não se tratava de uma qualquer expressão de apoio aos jogadores ou ao clube da cidade do Mondego. Essas não foram vistas na Amadora…
A frase que surgiu em letras garrafais: “Podem querer tirar-
-nos tudo menos o Amor à Briosa”, tinha como alvo directo a direcção dos “capas negras”.
E a razão prende-se com as alterações que o elenco presidido por José Eduardo Simões pretende efectuar ao “protocolo” estabelecido entre o clube e a falange de apoio.
A principal passa pelo valor a despender pela revalidação do bilhete de época, com a direcção a pretender que os membros da claque paguem praticamente o mesmo que os restantes associados.
«Os sócios da Mancha também são associados da Académica. Mas têm especificidades diferentes. Para além de serem estudantes, muitos acompanham a equipa também nas deslocações. Hoje em dia os jovens não têm grande poder de compra, pelo que se não houver um apoio é complicado que possam ir aos estádios e apoiar a Briosa. O futebol é caro», frisou João Paulo Fernandes, responsável da claque.
O “grito de alerta”, justificado «pela necessidade de marcar uma posição», teve os seus efeitos e o certo é que as duas direcções já se reuniram, procurando estabelecer um princípio de entendimento. A reunião registou alguns avanços, mas o acordo ainda não está estabelecido.
«Entendemos que se tenham de rever os valores estabelecidos na AG de Setembro de 2003, onde se definiu que os sócios da Mancha Negra, teriam de pagar 2,5 euros de custos administrativos para revalidar os cartões de época. Também compreendemos que os nossos acordos com a TBZ, devido à revisão do acordo entre a Académica e aquela empresa, tenham sido suspensos. Mas tem de haver diálogo. Estamos todos com e pela Briosa, pelo que acredito que conseguiremos chegar a um entendimento», asseverou João Paulo Fernandes, que ainda assim deixou claro que um novo acordo pressupõe igualmente a aprovação pelos sócios, em nova Assembleia-Geral.
Claque presente no domingo?
Com o aproximar do jogo com o Rio Ave, o primeiro da Briosa em casa na nova época, começam a levantar-se interrogações em torno da presença da claque. João Paulo Fernandes deixa bem claro que os membros da Mancha «vão sempre apoiar a equipa», mas tal não significa que se apresentem de forma organizada.
«Ainda faltam alguns dias e a vontade é que se resolva a questão. Não sei se será a tempo do embate com o Rio Ave, mas depois teremos uma pausa no campeonato e então certamente haverá tempo para definir tudo. Se vamos marcar presença no domingo? Vamos apoiar a equipa, agora se será enquanto claque, tudo dependerá da forma como correrem as coisas até lá. As pessoas têm é de saber se querem uma claque mais ou menos forte. Naturalmente que se as condições forem vantajosas conseguiremos mais facilmente levar público ao estádio», concluiu o dirigente da maior falange de apoio dos “capas negras.
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05:34
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Rui Costa no Académica - Rio Ave
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02:17
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