terça-feira, 8 de abril de 2008

Eleições: Lista D convoca conferência de imprensa


Exmo.s Sr.s



A Lista D - Candidata à Direcção da AAC/OAF, vem por este meio convocar os Sr.s jornalistas e respectivos órgãos de comunicação social, a estar presentes amanhã, Quarta-Feira 9 de Abril pelas 18h30m, na Sede de Campanha, sita na Av. Sá da Bandeira, Edif. ACIC R/c, para uma CONFERÊNCIA DE IMPRENSA.
O propósito é o aprofundamento de pontos do programa a apresentar nos próximos dias, nomeadamente o Modelo de Gestão Financeira a implementar, assim como a forma de gestão que propomos para a receita de 4,5m euros de que a Académica dispõe actualmente, sendo mal geridos pela Administração actual.



Lista D

Apresentamos aqui, temporariamente, enquanto não tornamos público aqui no site, o programa da candidatura, este desenvolvimento dos pontos apresentados inicialmente mas mais específicos para cada plano de acção.


Financeira


-Auditoria externa às contas

-Rigor na gestão dos 4 a 5 milhões de euros de receita fixa que são da Académica. (Contrato TBZ vigente por mais 7 anos; Vários contratos de patrocinadores encontram-se fechados por vários anos)

-Aposta e diversificação das áreas de negócio de forma a rentabilizar o património existente

-Profissionalização da gestão e imposição de objectivos no controlo e execução

-Angariar um patrocinador para o Futsal. -algo que até agora não foi feito ou explorado


Marketing e Comunicação


-Desenvolvimento de acções que potenciem o crescimento do número de associados e espectadores nos jogos

-Reformulação e reforço da comunicação institucional via Internet

Sócio Online; Loja virtual. Nova linha de merchandise e criação de uma publicação periódica gratuita para os sócios em acordo com a TBZ, de forma a solucionar a estagnação da marca

-Planos de intervenção de compromisso social e institucional por parte dos atletas com a comunidade e cidade


Jurídico


-Transparência para com os associados

-Informação sobre os contratos institucionais e profissionais que vinculam a Académica

-Rigor e profissionalismo nas avaliações e situações do foro legal e jurídico que envolvam a Instituição, tratando-as com o maior dedicação e competência


Formação


-Profissionalização da formação e prospecção. Sistema planificado de olheiros.

-Aposta na criação de uma rede regional de núcleos de formação de atletas

-Reforço do número de atletas oriundos da formação na equipa principal, cujo número de jogadores será reduzido para entre 16 a 18 atletas, sendo os restantes atletas que perfazem os 25, oriundos da formação

-Papel actívo dos ex-jogadores e Veteranos no dia-a-dia da Academia apoiando a formação pessoal dos jogadores enquanto Homens, incutindo-lhes o amor pela Instituição, e explicando o significado do emblema e o valor da camisola


Infra-estruturas

-Requalificar o pavilhão Jorge Anjinho com novas valências. (Ex. Creche, Centro de Dia, ATL, agência de viagens, Centro de Formação)

-Dotar a academia de condições para a realização de jogos oficiais das camadas jovens, transformando-a no “viveiro” da formação

-Adquirir a sede do PROCAC e requalifica-lo, fixando aí a Sede da Académica, criando salas para as Claques Mancha Negra e Fans e para o Núcleo de Veteranos, bem como um espaço de convívio para os associados


Futebol Profissional

-Plantel composto por 16 a 18 atletas com um núcleo duro estável e duradouro que permita a entrada de jogadores da formação

-Profissionalização da estrutura do Futsal e assumir a angariação, pela primeira vez de um patrocinador em exclusivo

-Criação de uma identidade desportiva, cujo modelo seja de referência aliando os valores históricos aos resultados desportivos com uma equipa técnica e profissional estável com um treinador de compromisso a um projecto de 3 anos

LISTA D - ACADÉMICA MERECE

Enviado por email pela lista D

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Viagem à Luz por 20 euros com a Mancha



In, ManchaNegra85.com

"Na próxima sexta-feira, às 20h30, joga-se no estádio da Luz mais uma importante cartada para as aspirações da Académica. Sempre ao lado da equipa, a Mancha Negra estará presente com muita fé num bom resultado. Os preços são de 20 EUR para sócios e de 25 EUR para não-sócios, estando a saída marcada para as 17h00. As incrições devem ser efectuadas na sede da Mancha até à meia-noite de quarta-feira."

Por isso, vamos todos à Luz apoiar a mágica Briosa, na esperança de alcançar um resultado positivo que nos ajude a assegurar a manutenção no principal escalão do futebol potuguês. De realçar que, com a Mancha Negra, se vive um ambiente de família, saudável, em que todos lutam pelo mesmo objectivo, que é ver a Académica vencer.

domingo, 6 de abril de 2008

Época terminou para Joeano


O Academica em Dia 85, no final do encontro, tentou inteirar-se do estado de saúde do brasileiro Joeano. O avançado, emprestado pelo Beitar de Jerusalém à Académica, fracturou o perónio e fez uma ruptura de ligamentos que o vão impedir de voltar a jogar esta temporada.
Joeano, que se lesionou com gravidade no encontro que opôs a Académica ao Vitória de Setúbal (0-0), da 25.ª jornada da Liga, foi ainda ontem operado ao perónio nos Hospitais da Universidade de Coimbra, informou o médico José Barros.
"Joeano sofreu uma fractura do perónio e uma rotura de ligamentos, pelo que está terminada a sua época desportiva", afirmou o chefe do departamento clínico da Briosa.
O dianteiro tinha entrado para o lugar de Miguel Pedro, aos 53 minutos do jogo com os sadinos, mas, passados 10, foi substituído por Ivanildo, devido à grave lesão contraída sem contacto com qualquer adversário à entrada da grande área dos visitantes, tendo saído em maca para os balneários e daí ter saído numa ambulância da Cruz Vermelha Portuguesa, em direcção aos HUC.
Ao atleta Joeano, o Academica em Dia 85 deseja a mais franca recuperação.


Veja a lesão:



Empate a zero com o Setúbal e o infortúnio de Joeano


Estádio Cidade de Coimbra, Coimbra

Assistência: 5.966 espectadores
Árbitro: Jorge Sousa, AF Porto
Assistentes:
José Ramalho e José Luís Melo
4º árbitro: Vasco Santos


Foram noventa minutos de luta para ver quem descansava mais: se os avançados, que poucas oportunidades de golo criaram, ou os guarda-redes, que pouco trabalho tiveram. A Académica foi melhor mas nunca conseguiu traduzir em golos a maior percentagem de posse de bola. O Vitória foi inofensivo de mais, mesmo para quem gosta de dar a iniciativa de jogo ao adversário. É que desta vez os contra-ataques não saíram.A primeira parte teve muito poucos motivos de interesse. A Académica, com Miguel Pedro bem perto de Edgar, teve mais posse de bola, mas revelou sempre muitas dificuldades para aproveitar a boa circulação de bola que apresentava.Os dois únicos lances dignos de registo da etapa inicial saíram dos pés de Luis Aguiar. Logo aos oito minutos o médio sul-americano cobrou um daqueles livres em que a bola não é desviada por ninguém mas vai bem chegada à baliza. Eduardo assustou-se, algo que voltaria a acontecer aos 38 minutos. Aguiar rematou de longe e o guarda-redes sadino, surpreendido com a trajectória, só defendeu à segunda, quando já tinha Miguel Pedro à espreita da recarga.O Vitória de Setúbal dava a iniciativa de jogo ao adversário, como é habitual, mas depois sentiu também muitas dificuldades para explorar o contra-ataque. A Académica aparentava saber muito bem o que fazer em termos defensivos: evitar saídas rápidas para o ataque do adversário e vigiar bem de perto Cláudio Pitbull, que regressava a Coimbra, onde actuou na segunda metade da época passada. A missão foi cumprida na primeira parte, uma vez que nesse período os sadinos não fizeram qualquer remate à baliza de Pedro Roma!No início da segunda parte a realidade pouco ou nada se alterou, pelo que ambos os técnicos perceberam que eram preciso mexer nas respectivas equipas. Carvalhal trocou o inoperante Leandro por Filipe Gonçalves, reforçando a zona intermediária. Domingos lançou Joeano no lugar de Miguel Pedro, mas não pôde tirar proveito da alteração, já que nove minutos depois o brasileiro teve de sair, lesionado no joelho esquerdo.Curiosamente, nos minutos seguintes a Académica pressionou um pouco mais, mas na hora da verdade aparecia sempre uma perna de um jogador sadino a interceptar a bola, ou então esta seguia na direcção das mãos de Eduardo.Aos 75 minutos Cris falhou por pouco o alvo e logo a seguir o Vitória fez o primeiro remate (digno deste nome) em toda a partida. Foi Pitbull o autor, mas a bola ainda bateu num defesa e acabou tranquilamente nas mãos de Pedro Roma.A nove minutos do fim foi novamente Luís Aguiar a tentar a sua sorte, mas a bola passou ligeiramente ao lado do ângulo superior direito da baliza de Eduardo. Pouco depois o uruguaio cedeu o lugar a Fofana, mas sem efeitos práticos.A Académica continua a o jejum de triunfos (o último foi a 3 de Fevereiro). O Vitória de Setúbal continua em quarto, mas à espera do resultado do Sporting, que pode ultrapassar os sadinos.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Académica - Vitória de Setúbal - Convocados

Confirmou-se o pior cenário possível: Domingos Paciência tem apenas 18 jogadores em condições de jogar este sábado, em Coimbra, frente ao V. Setúbal, em jogo da 25ª jornada a BwinLiga. Em função das ausências, Vítor Vinha, Paulo Sérgio e Lito por castigo, Pavlovic e Irineu devido a lesão, a única dúvida residia no guarda-redes suplente que seria convocado, neste caso Rui Nereu, de regresso à convocatória, em detrimento de Ricardo. Orlando e Joeano, que haviam sofridos toques no treino de quinta-feira, foi, como esperado, incluídos entre os eleitos.
De volta aos eleitos estão ainda Cléber e Fofana, depois de várias semanas de ausências, enquanto o júnior Cristiano Araújo, devido às circunstâncias, foi chamado pela primeira vez desde que foi incorporado no plantel sénior, em Dezembro.


Lista de convocados:

Guarda-redes: Pedro Roma e Rui Nereu;
Defesas: Pedro Costa, Pedrinho, Orlando, Kaká, Markus Berger e Cléber;
Médios: Cristiano Araújo, Nuno Piloto, Cris, Tiero, Fofana e Luís Aguiar;
Avançados: Miguel Pedro, Joeano, Edgar e Ivanildo.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Jorge Sousa para Sábado



Jorge Sousa foi o árbitro escolhido para o Académica - Vitória de Setúbal, do próximo Sábado, pelas 18.45h. O árbitro da AF do Porto, não é bem visto em Coimbra, dado as suas más prestações sempre que apita partidas da Briosa. Por exemplo, há duas épocas, num jogo frente à Naval, chegou mesmo a existir uma invasão de campo, tal era o descontentamento com o trabalho do juíz portuense.
Esperemos que desta vez a história seja diferente... Estará Jorge Sousa a benzer-se para que tudo lhe corra pelo melhor?

João Francisco Campos fala das eleições da Briosa em entrevista ao "Diário as Beiras"


João Francisco Campos, concedeu uma entrevista ao jornal "Diário as Beiras", no qual fala sobre a sua candidatura a presidente da Académica, e também sobre os seus projectos para o clube...
A entrevist
a seguinte foi retirada, integralmente do site do "Diário as Beiras".


DIÁRIO AS BEIRAS - A sua candidatura surge no culminar de um processo natural, mas também espontâneo...

JOÃO FRANCISCO CAMPOS – Sim, dado que sempre sonhei um dia ser presidente da Académica e, se calhar, por outro lado, esta não era a altura que tinha escolhido para me candidatar. As contingências originaram-no e falo obviamente da desistência de Maló de Abreu. No entanto, as pessoas que estão comigo, apesar da lista ter sido feita em pouco tempo, já falavam sobre a Académica há muito... e não foi assim tão de repente que surgiu a ideia.

Falando como ex-membro da sua lista, foram suficientes os motivos apresentados por Maló para desistir?
Foram pessoais e se ele achou que não havia condições para avançar, tenho de aceitar com muito pesar meu e manifestei essa opinião publicamente, tal como o desagrado pelo facto de não ter falado comigo aquando da decisão.

A desistência de Maló será o motivo para a espontaneidade e divisão entre os vários órgãos da lista... Esta ficou enfraquecida?
Não me enfraquece a mim, nem à Académica. Aliás, se ganharmos as eleições, não estaremos, de certeza, enfraquecidos. Confio nas pessoas que estão na minha lista e conheço-as todas. Quanto à divisão de órgãos, trata-se de algo que não me preocupa minimamente, bem pelo contrário. Quando me candidatei, sempre vim dizendo que tudo passava por uma questão de gestão da Académica. Continuo a defender que deve haver uma divisão clara de poderes nesta instituição. E essa divisão não tem existido, e por não ter havido levou, por exemplo, o presidente do Conselho Fiscal [Américo Santos] a demitir-se pouco depois de ter começado com José Eduardo Simões. Defendemos uma política a partir da direcção e não a partir de qualquer outro órgão. Aliás, convém dizer que há uma lista que se candidata, a do Conselho Fiscal, que iria acompanhar Maló de Abreu e que iria avançar mesmo que Maló desistisse, como se verificou.

A juventude da lista pode ser associada à inexperiência?
A maturidade, para alguém que está à frente da Académica, é relativa. O passado destas pessoas, que são da Académica, existe, mas, de facto, vivemos numa sociedade onde a idade é um handicap. Mas nós somos homens feitos e não jovens, imberbes, à procura de um lugar na sociedade. Tenho conversado com as pessoas e passa um pouco a imagem de que esta é uma lista de jovens e, se me é permitida a expressão, não me quero rir, mas fico preocupado. Aliás, quantas empresas e câmaras municipais têm à frente jovens? O presidente da Câmara Municipal de Arganil por exemplo, que é meu amigo, é mais novo do que que. Os jovens tomam, cada vez mais cedo, o seu lugar na sociedade. E quando apresentámos esta candidatura de homens feitos e não de jovens, sabemos o que estamos a fazer. A idade não faz um jovem, mas sim a sua falta de experiência. Um jovem é aquele que não tem a certeza do que está a defender, porque não viveu o suficiente para isso. Um membro da minha lista fez, recentemente, um exercício interessante e percebeu que os números de associados da minha lista, comparando com a Lista A, é menor, ou seja, por aí, até se pode concluir que o tempo de vivência com a Briosa nas pessoas da minha lista é maior...

E os eleitores percebem isso?
As pessoas têm de perceber que somos pessoas da Académica e que convivemos com pessoas mais novas e mais velhas e que pensam sobre a Académica. E têm de perceber que José Eduardo Simões já tinha dito, quando venceu as eleições de há três anos, que os alicerces estavam construídos e que queria chegar mais longe e agora volta a dizê-lo. Com este presidente, que está de costas voltadas para a câmara municipal, para a TBZ, etc, a Académica não irá conseguir, mesmo com os tais alicerces, construir o resto da casa e ficará com os alicerces eternamente, com o passivo sempre a rondar os 10 milhões de euros e a lutar para não descer...

Quais as principais preocupações desportiva e financeira?
Estão interligadas. Se não tivermos uma equipa competitiva, não teremos condições para baixar o passivo. A Académica tem, neste momento, um fluxo financeiro que nunca teve. O contrato com a TBZ, como se sabe, não é do conhecimento dos sócios. Um jogador que esteja a ser negociado não deve ser conhecido, mas os sócios devem conhecer a vida da Académica e sabemos que existem verbas e outros contratos estabelecidos por vários anos e que não foram apresentados. Porque é que o actual presidente nunca mostrou o contrato que tem com a TBZ em Assembleia-geral? Por outro lado, a Académica tem de parar, de ano para ano, de contar com muitos jogadores novos e alguns deles nem têm qualidade para entrar na equipa principal. Um dos mais recentes casos que me incomodou foi o do Zada, um dos mais graves. Porque ouvi o vice-presidente para a área financeira dizer que a Académica poupou 200 mil euros no processo de rescisão com o Zada, mas esqueceu-se de dizer quanto tinha pago pelo passe do Zada e quanto pagou pela sua rescisão. Tal como aconteceu com o Gelson e com o Danilo, que renovaram por dois anos e rescindiram o contrato no ano seguinte, obrigando a Académica a indemnizar os jogadores. Mas também sabemos que o actual presidente não vai dar dinheiro à Académica e, com certeza, nunca deu e eu, como presidente, também não o farei. O que se poderá fazer é avalizar letras, se essa for a necessidade, mas defendemos, por princípio, que a Académica deve ser gerida com o seu dinheiro.

E quanto à política desportiva?
Em primeiro lugar, a Académica tem de ter um projecto de três anos, pela estabilidade que é conferida ao grupo de trabalho. Domingos será o primeiro a ser contactado nesse sentido, mas para se comprometer com a direcção por três anos. A regra é que as equipas com estabilidade na equipa técnica são as que melhores resultados conseguem. Não queremos, por outro lado, ter uma equipa na qual as camadas de formação não tenham lugar. Por isso, a escolha do treinador será feita mediante critérios e mediante o orçamento. Queremos ter 18 jogadores e os restantes oriundos da nossa formação. Poderão não ser seniores de 1.º ano, mas que tenham crescido na Académica. Deverá ainda existir uma rede de olheiros, da qual dois ou três profissionais estariam sediados em Coimbra. Uma rede com critérios bem definidos.

A profissionalização é outro dos grandes objectivos?
Sem dúvida. A Académica não pode ser gerida a partir das seis da tarde. Já não se coaduna com o futebol moderno esse tipo de trabalho. Queremos ter um director desportivo, um para a formação e um director financeiro que dediquem todo o seu tempo profissional à Académica. É necessário existirem pessoas que dêem um horário de trabalho a esta instituição. Aliás, o que seria de uma empresa que gerasse este tipo de receitas e que não fosse pensada de forma profissional? Por exemplo, um jogador que tem um filho doente não pode estar preocupado se a sua mulher pode ou não levá-lo ao hospital, deve haver pessoas que trabalhem na Académica para esse efeito...