terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Proposta de Alteração dos Estatutos
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Feliz Natal
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domingo, 21 de dezembro de 2008
Sporting - Académica, 0-0
Peskovic encheu a baliza
Paulo Bento queria completar o melhor ciclo de resultados da época e fechar o ano em beleza, mas os jogadores não lhe deram essa «prenda». O Sporting não foi além de um nulo caseiro com a Académica, e leva um sabor amargo para a festa natalícia. A equipa leonina revelou demasiada ansiedade e não conseguiu ultrapassar uma Académica que soube encaixar-se bem no adversário e que teve um guarda-redes em grande plano.
O «onze» do Sporting apresentava cinco alterações na equipa, em relação ao jogo da Taça da Liga com o Marítimo. Tiago, Miguel Veloso, Adrien, Vukcevic e Yannick cederam os lugares a Rui Patrício, Caneira, Rochemback, Romagnoli e Postiga. Na Académica, e sem Garcés e Sougou, Domingos apostou em Lito e Éder para a frente de ataque. O capitão Pavlovic regressou à equipa, relegando Nuno Piloto para o banco.
O Sporting procurou assumir as despesas do jogo desde início, mas o arranque não foi muito dinâmico. Embora a equipa leonina se revelasse perigosa no último terço, como sempre, a bola não chegava lá muitas vezes (em condições). Isto porque o meio-campo estava a falhar muitos passes. A Académica também jogava em losango, que encaixava no do Sporting. Havia, por isso, mérito da equipa da Briosa, mas alguns erros da equipa da casa eram resultado de evidente desconcentração. A formação visitante começou a ganhar confiança e a subir no terreno, com Éder em bom plano.
Nos últimos dez minutos do primeiro tempo, porém, o Sporting voltou a crescer. Primeiro foi Izmailov a obrigar Peskovic a defesa apertada, e depois a bola chegou a entrar na baliza. Inspirados por um golo sofrido frente ao Barcelona, na Liga dos Campeões, a equipa leonina marcou rapidamente um livre, com a bola a acabar no fundo da baliza, mas o árbitro, Cosme Machado, não validou (41m).
O segundo tempo começou com um novo intérprete (Miguel Veloso, no lugar de Caneira), mas com o mesmo argumento. O Sporting continuou a ter mais posse de bola, mas continuava também a denotar alguma ansiedade, sobretudo a meio-campo. A zona intermediária dos visitantes revelava-se mais tranquila e, sem grandes correrias, ia chegando também à baliza de Rui Patrícia. Postiga ainda voltou a meter a bola no fundo da baliza, mas Cosme Machado viu o avançado sportinguista a dominar com a mão (54m).
Da bancada gritou-se o nome de Simon Vukcevic e Paulo Bento, alguns minutos depois, decidiu mesmo lançar o montenegrino, no lugar de Romagnoli (65m). Mas seria Hélder Postiga, mais uma vez, a falhar uma boa ocasião. Miguel Veloso cruzou e o número 23, solto ao segundo poste, atirou por cima. Postiga estava em noite de infortúnio, e pouco depois, na sequência de uma boa jogada de Vukcevic pela direita, falhou o alvo por alguns centímetros.
Domingos já tinha mexido (e bem) na equipa, tirando Lito e Diogo, para as entradas de Licá e Tiero. Paulo Bento respondeu com o último trunfo, Yannick Djaló, que foi encostar-se ao lado direito, com Vukcevic no flanco oposto.
Por esta altura já a Académica pouco atacava, mas o Sporting também não queria marcar. Nem Liedson estava em noite feliz. Na parte final do encontro o «levezinho» dispôs de algumas ocasiões, mas ou falhou o alvo, ou apareceu uma defesa de Peskovic. Já em período de descontos o guarda-redes da Académica «sacou» uma bola em cima da linha de golo, confirmando assim o estatuto de homem do jogo. Em Alvalade já se gritava golo, mas os adeptos leoninos tiveram de se contentar com o empate.
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sábado, 20 de dezembro de 2008
Lista de convocados
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Convocatória para Assembleia Geral
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domingo, 7 de dezembro de 2008
Académica de regresso às vitórias
A vitória desta noite da Académica traz boas notícias para os estudantes. O ciclo hiper-negativo que se arrastava desde a terceira jornada conheceu o seu fim. Há mais de dois meses que a equipa de Domingos Paciência não vencia, mas o golo de Orlando, aos 88 minutos, desempatou uma peleja que tudo tinha para terminar igualada. O Paços vinha de três bons resultados mas regressa à Mata Real de mãos a abanar. 76 dias depois, a Académica volta a deliciar-se com o doce sabor da conquista.
Vamos às más notícias. A partida no Cidade de Coimbra foi fraca. Em grande medida por culpa dos homens da casa, que marcaram bem cedo por Lito e depois raramente souberam encontrar a fórmula correcta para gerir esta vantagem. Demonstraram pouca qualidade na posse bola - ao contrário do demonstrado no Estádio do Dragão, por exemplo -, mobilidade escassa nos quatro homens do meio-campo e pouca predisposição para praticar um futebol assumidamente de ataque.
E se na primeira parte ainda aguentaram a melhoria gradual do P. Ferreira, no início da etapa complementar a quebra foi notória e podia ter saído bem cara aos estudantes. Após algumas tentativas, os castores empataram pelo incontornável William, que já leva oito golos na Liga e reparte a condição de melhor marcador com Nené (Nacional), mas nos instantes finais acabaram por largar o ponto que pareciam ter garantido. Mérito para o cruzamento de Cris e respectiva resposta de Orlando com a cabeça.
No início da segunda parte, Paulo Sérgio abdicou de um médio, colocou Carlos Carneiro ao lado de William, Ferreira bem aberto na direita, com Cristiano do outro lado. Foi premiado com o golo do empate.
Mesmo com o marcador equilibrado, o Paços manteve alguma superioridade mas, repentinamente, soçobrou ao bom final de jogo da Académica. Já com Tiero em campo, a Briosa partiu para um excelentes quarto-de-hora derradeiro, ameaçou em dois ou três lances e marcou aos 88 minutos.
Este triunfo, essencialmente, devolve alguma tranquilidade à equipa de Domingos Paciência. Sem fazer um grande jogo, longe disso, a Académica compensou grandes irregularidades no seu funcionamento com uma alma do tamanho do Fado. Estes três pontos na carteira forçam a equipa a jogar mais e melhor. Por esta noite, no entanto, o conjunto do centro do país está de parabéns, mesmo julgando que o empate seria o mais justo dos epílogos.
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Convocados para amanhã
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
O jogo do sócio
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Última hora
AAC e Tbz rescindem contrato
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Petição em defesa da AAC-OAF
"To: Sócios e simpatizantes da AAC-OAFA profusão de situações duvidosas verificadas nos últimos tempos na Associação Académica de Coimbra - Organismo Autónomo de Futebol não podem deixar os verdadeiros académicos indiferentes. Ver o nome da Académica envolvido nas teias da lei, associado a esquemas financeiros pouco claros, conotado com incumprimentos vários e com notícias negativas constantes na comunicação social, tem sido uma constante nos últimos anos. Adicionalmente, tem sido notória a total inexistência de uma política social, desportiva e universitária coerente e que honre os pergaminhos do clube e da instituição. Face a tudo isto, há que demonstrar a indignação, dar uma voz à vergonha que sentimos e à dor que nos assalta, clarificando perante os órgãos directivos da AAC-OAF o total repúdio por muitas das suas atitudes e pela forma como contribuiram para desvirtuar a verdadeira Académica, aquela que muitos de nós já começam a esquecer e que outros não podem, pura e simplesmente, conhecer. Aqueles que abaixo assinam, manifestam a sua total discordância e repúdio pelo estado a que chegou a AAC-OAF, demarcando-se totalmente dos seus órgãos directivos, exigindo a tomada de medidas que respeitem os seus verdadeiros valores, identidade e singularidade académica.
Sincerely,
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Nuno Piloto entre a espada e a parede
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Fc Porto - Académica, 2-,1
Uma falha de marcação de Fucile permitiu à Académica marcar um golo que pouco justificava e lançar sobre o jogo uma discussão que ele nunca teve. Até ao momento em que o uruguaio se esqueceu de acompanhar Cris, e permitiu ao médio finalizar uma boa iniciativa de Miguel Pedro, a Académica praticamente não fizera cócegas ao adversário.
É verdade que a exibição portista não estava a ser das mais inspiradas, mas era pujante e personalizada. Dominava o adversário e o jogo. Já tinha inaugurado o marcador num cabeceamento de Rodriguez e ameaçava com alguma frequência o segundo golo. Sobretudo de cada vez que Hulk pegava na bola e estendia o jogo até à baliza contrária.
O brasileiro chegou a ouvir assobios, pela inconsequência que mostrava de vez em quando, mas ninguém o pode acusar de discrição. Às vezes ainda perde a lucidez para perceber o que é importante, mas a capacidade que tem de agitar o jogo é admirável. Cada vez se afirma mais como um craque... em potência. Ainda em crescimento.
Ora numa noite em que houve muito pouco Lucho, a acção de Hulk foi fundamental. Como foi a de Rodriguez, que até ficou com lágrimas nos olhos quando inaugurou o marcador. Ele que foi muito castigado durante muito tempo. Nessa altura, no instante do primeiro golo, o Dragão respirou fundo. A partir daquele momento podia tranquilizar.
Pensava-se nas bancadas. Com razão. A Académica foi até à meia-hora, seguramente, o adversário mais macio que passou esta época pelo Dragão. Defendia com muita gente, mas depois não saía de trás. Não construía uma jogada de ataque. Até que o tal golo de Cris mudou tudo. A equipa cresceu e em cima do intervalo Garcés ameaçou o segundo.
Mas foi só. Apenas quinze minutos de irreverência e atrevimento. O regresso dos balneários repôs as coisas no preciso ponto em que estavam antes do golo de Cris: o F.C. Porto mandão, muito subido no terreno, a jogar no meio-campo adversário e a procurar a baliza adversária. Uma boa jogada de Hulk permitiu a Raul Meireles marcar.
O golo deixou o F.C. Porto mais tranquilo e a Académica ainda mais tímida. O jogo parecia estar decidido. Ficou-o definitivamente quando Sougou teve uma entrada assassina sobre Fernando e foi naturalmente expulso. Cartão vermelho. Sem dúvidas. Elmano Santos teve até uma noite bem acertada. Nessa altura a vitória ficou segura.
Até ao fim o jogo arrastou-se na mesma toada: o F.C. Porto muito subido no terreno, sobretudo por Raul Meireles e Lucho, a não deixar o adversário jogar e a ameaçar uma ou outra vez o golo. Que podia ter chegado numa grande penalidade que Lucho atirou ao poste. No essencial, portanto, uma vitória sem discussão. No preciso dia em que se completava um mês sobre a última derrota azul e branca. Enfim, histórias do passado: são cinco vitórias consecutivas.
Para o próximo jogo, Sábado, com o Paços de Ferreira, o árbitro é Marco Ferreira, da Madeira.
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21:02
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